Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Armando Cortez

Actor português, nasceu a 23 de Junho de 1928, em Lisboa, e morreu a 11 de Abril de 2002, vítima de complicações cardíacas. A sua carreira artística iniciou-se no Liceu Pedro Nunes, onde fez teatro radiofónico amador. Findos os estudos, ignorou as pretensões do pai em vê-lo pintor e decidiu entrar no Conservatório. Ainda como aluno, estreou-se no Teatro Estúdio de Salitre, com a peça Um Chapéu de Palha de Itália (1949), de Labiche, ao lado de Canto e Castro e Rogério Paulo. Terminado o Conservatório, profissionalizou-se no Teatro Apolo, e integrou a Companhia Teatro do Povo, tendo feito dezenas de tournées pelo país. Com o advento da televisão em Portugal, Cortez tornou-se mais conhecido. Em 1962, fundou o Teatro Moderno de Lisboa, actuando e encenando, no Cinema Império, peças como O Pato e O Crime do Padre Amaro. Na década de 80, o actor preferiu dedicar-se à televisão. Foi galardoado, em 2000, com a Ordem do Infante D. Henrique. Profissionalmente, foi através da televisão que o actor se despediu do grande público: com a série Alves dos Reis (2000) e com a telenovela Ajuste de Contas (2000).

 

Saudações de Trás os Montes e Alto Douro.

sinto-me:
música: Rodrigo Leão
publicado por vilarinhodecotas às 00:18
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Sábado, 17 de Janeiro de 2009

Como posso publicar neste blog?

- Como posso publicar artigos com e sem imagem neste blog?

Se esta é a pergunta que anda a fazer há algum tempo ou se esta é a pergunta que está a fazer neste momento, a resposta está aqui mesmo neste blog, sempre à mão de semear, que é o mesmo que dizer, sempre disponível. E onde? Eu explico. Há uma nova funcionalidade sempre presente neste blog. Na coluna da direita podemos ler, de cima para baixo, os nomes dos AUTORES, PESQUISAR NESTE BLOG, MÊS e ANO, POSTS RECENTES, ARQUIVOS, TAGS e PARTICIPAR. É aqui mesmo, em PARTICIPAR. Basta clicar em PARTICIPE NESTE BLOG. Pronto. Já ninguém tem desculpa para não publicar aqui artigos com e sem imagem. Mãos à obra.

Saudações bloguistas do virtual.

sinto-me: Participante
música: 'Não há estrelas no céu' RUI VELOSO
publicado por caminheiro1 às 22:06
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

APELO

O assunto que me traz aqui hoje é fazer um apelo. Um apelo? Sim, um apelo, um pedido, uma solicitação, um desejo, uma vontade, enfim, o que quiserem. Por esse motivo é que o estou a redigir a verde que é, como sabem a cor da esperança. E qual é a minha esperança? Querem que eu seja sincero? Então vou sê-lo: a minha esperança é a de que participem neste espaço. É a de que participem com comentários e com a publicação de artigos, ou melhor, com a publicação de uma frase, uma única frase, um pensamento, um ensinamento, um conselho, enfim, a expressão mais simples de participação. Até pode ser uma saudação como esta:

- Olá a todos! Saudações bloguistas da ou do ...

música: 'A fisga' RIO GRANDE
sinto-me: Bem
tags:
publicado por caminheiro1 às 23:39
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Júlio Pomar

Júlio Pomar nasceu em Lisboa, em 1926. Aos 8 anos um escultor amigo da família leva-o a frequentar como aluno livre as suas aulas de desenho na, então, Escola de Arte Aplicada António Arroio. Na adolescência frequenta esta escola, onde se prepara para ingressar na Escola de Belas Artes de Lisboa, na qual é admitido em 1942. A sua permanência nesta escola é relativamente curta, ao fim de dois anos de frequência abandona-a.

Em 1944 Pomar transfere-se para a Escola de Belas Artes do Porto.

Em 1950, realiza uma exposição individual na SNBA, em Lisboa, onde apresenta obras marcantes da pintura portuguesa do século XX, como O Almoço do Trolha, Menina com um Gato Morto, Varina Comendo Melancia ou O Cabouqueiro. Ainda com conteúdo neo-realista, estas obras prenunciam, pela marca do gesto na pintura, o início de um percurso autónomo que se irá progressivamente libertando das fórmulas enunciadas nos postulados da ideologia política que inicialmente tinham orientado o seu trabalho.

No mesmo ano, Júlio Pomar desloca-se a Espanha, onde estuda o trabalho de Goya, o qual marcará fortemente a sua pintura, sobretudo mais tarde, em 1957, em Maria da Fonte e os Cegos de Madrid.

 

Saudações de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

música: Quim Barreiros
sinto-me: Estudante
publicado por vilarinhodecotas às 00:02
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

E assim se mantém a tradição de cantar os Reis...

Os alunos dos Cursos de Educação e Formação de Adultos - EFA - da Escola Secundária Filipa de Vilhena, do Porto, acompanhados pelos seus docentes, recordaram em 8 de Janeiro de 2009 a ancestral tradição de cantar os Reis. "O Porto tem as suas tradições, que é preciso não deixar morrer." - Fernando de Castro Pires de Lima. E para o jornalista, investigador e historiador Germano Silva a Festa dos Reis «existiu de facto e com maior peso, por exemplo, do que a tradição das Janeiras. Até havia no Porto uma capela dedicada aos Reis Magos. Ficava à entrada da antiga Rua de D. Pedro e foi demolida para a abertura da Avenida dos Aliados, sendo reconstituída no centro da vila da Pocariça. As raízes dessa tradição tipicamente portuense são efectivamente ancestrais. O romancista Coelho Lousada, no seu romance A Rua Escura, publicado em 1854, mas que evoca cenas do Porto quinhentista, refere-se, a páginas tantas, a uma multidãoque aguardava (junto ao chafariz da Sé) a passagem da folia que havia de sair do Souto e daí dirigir-se pela Sé, dançando e tocando até aos Paços do Concelho [era a antiga Casa da Rolaçan, cujas ruínas ainda existem na Rua de S. Sebastião] para aí, sobre um tablado, executar uma pantomina e uma espécie de auto dos Reis perante as autoridades e demais sumidades da terra... Os "Reis" cantavam-se na noite de 5 para 6 de Janeiro. De noite, porque se evocava a estrela que guiou os três Reis Magos. Os grupos cantavam às portas das casas que percorriam uma a uma e, no final das cantigas, recolhiam o que cada uma lhes oferecia. A diferença entre quem celebrava os Reis e as Janeiras era esta: as Janeiras eram cantadas pelo rapazio dos bairros; os que cantavam os Reis representavam colectividades, filarmónicas, grupos, assembleias; profissões como os castanheiros, os padeiros, os lavradores, os caixeiros; certos locais como os grupos da Presa Velha, moradores da Rua da Piedade ou moradores da Rua de Montebelo. A tradição do cantar dos Reis no Porto durou praticamente até ao começo do século XX.» - em Porto, Sítios com História. Mais recentemente, podemos acompanhar esta tradição natalícia acompanhando o Rancho Folclórico do Porto. Tivemos oportunidade de assistir ao Auto de Natal apresentado por esta colectividade em 3 de Janeiro de 2009 na Igreja da Trindade, Porto. Para ver as fotografias do álbum, basta clicar na foto.

sinto-me: Bem
música: 'É preciso acreditar' LUIS GOES
publicado por caminheiro1 às 00:51
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Luísa Todi

Luísa Todi de Aguiar, portuguesa, a mais célebre de todos os Tempos. Nasceu em Setúbal, filha de um professor de música e instrumentista, que passou a viver em Lisboa em 1765 Luísa começou pelo teatro do Bairro Alto em “Tartufo” de Moliére. Casou em 1969 com o violinista Napolitano e seu grande admirador, Francesco Saverio Todi que lhe deu o apelido e a fez aprender canto com o compositor David Perez, muito conceituado e mestre de capela da Corte portuguesa. Ao marido deveu o aperfeiçoamento e a dimensão internacional que a levaria a todas as cortes da Europa, como cantora lírica. Setúbal não a esqueceu tendo-lhe erigido um monumento com a sua Efígie e dado o seu nome á principal artéria da cidade. No livro de Antoine Reicha, “Tratado da Melodia” Luísa Todi foi considerada “ a cantora de todas as centúrias” melhor dizendo “ uma cantora para a eternidade”.

 

Saudações de Trás-os-Montes e Alto Douro

 

música: Sergio Godinho
sinto-me: Rei
publicado por vilarinhodecotas às 00:25
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Elvis Aaron Presley

Considerado o “ Rei do Rock’N’Rol,” Elvis Aaron Presley nasceu no Mississípi, em 1935 , tendo acompanhado a família na mudança para Menphis em 1940. Em 1955, surge efectivamente o seu primeiro grande sucesso, “ Heartbreak hotel” recriando música negra, com elementos de country e gospel, nascendo assim o Rockabily”.

Nos anos seguintes, sucedem-se os sucessos “Blue Súedes Shoes”, “Hound Dog”, “ All shook up”, “Jailhouse Rock”, “King Creole”.

Em 1973, porém, uma mudança em sua vida pessoal afectiva a sua carreira de forma determinante: A  partir do divórcio de Priscila, Elvis teve vários problemas com a saúde e excesso de peso, sendo hospitalizado mais de cinco vezes em quatro anos.

Elvis continuou a gravar e a participar em espectáculos até á sua morte. No dia 16 de Agosto de 1977 , oficiosamente em consequência de um colapso cardíaco (havendo indícios de que abusava de barbitúricos e outras drogas).

O fim de Elvis Presley foi chorado no mundo inteiro, mas os seus inúmeros fanclubes continuam vivos.

Bjs e abraços

 

sinto-me: Capaz
publicado por vilarinhodecotas às 00:20
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O Natal na Europa XXVII

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até à Polónia.

 

Pato com mel e mousse de maçã da Polónia

Ingredientes

  • 1 pato
  • 1 colher de sopa de coentros
  • 2 cravos de cabecinha
  • Sal
  • Pimenta
  • 1 colher de café de canela em pó
  • 150g de mel
  • 6 maçãs reinetas
  • 50g de margarina

Modo de preparação

 

  1. Lava-se e limpa-se muito bem o pato.
  2. Misturam-se os coentros com os cravos de cabecinha, o sal, a pimenta e a canela em pó até se obter uma massa, com a qual se besunta o pato por dentro e por fora.
  3. Depois, coloca-se o pato num tabuleiro de ir ao forno.
  4. Pica-se a pele do pato com um palito e rega-se com mel.
  5. Vai ao forno a baixa temperatura durante cerca de uma hora, regando-o de vez em quando com o molho que se vai formando. Se necessário junta-se um pouco de água quente para não deixar queimar.
  6. Entretanto, descascam-se as maçãs, cortam-se em quartos e retiram-se os caroços.
  7. Colocam-se as maçãs num tacho, borrifam-se com água e junta-se-lhe um pau de canela.
  8. Deixam-se cozer até começarem a desfazer-se.
  9. Retira-se o pau de canela e junta-se a margarina, batendo bem até obter um puré.
  10. Quando o pato ficar pronto, retiram-se os ossos e corta-se aos pedaços.
  11. Serve-se em cima do puré de maçã, acompanhado de batata cozida.

Saudações natalícias do virtual.

música: 'Paixão' RUI VELOSO
sinto-me: Bem
publicado por caminheiro1 às 00:02
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

O Natal na Europa XXVI

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até ao Reino Unido.

 

Market Fairings do Reino Unido

Ingredientes

  • 250g de farinha
  • 1 colher de chá de bicabornato de sódio
  • 1/2 colher e sal
  • 1 colher de chá de gengibre em pó
  • 1 colher de chá de canela em pó misturada com noz moscada em pó
  • 125g de açúcar
  • 125g de manteiga
  • 5 colheres de sopa de mel

Modo de preparação

 

  1. Mistura-se a farinha, o sal, o bicarbonato de sódio, a canela e a noz de moscada.
  2. Junta-se o açúcar e amassa-se tudo com a manteiga.
  3. Aquece-se o mel em lume brando e junta-se à massa.
  4. Enrola-se a massa para obter um cilindro com cerca de 4 cm de diâmetro e põe-se no frigorífico durante uma hora.
  5. Depois corta-se o cilindro em bolachas com cerca de meio centímetro de espessura e colocam-se num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado de farinha.
  6. Cozem durante 5 a 8 minutos. 

 

Saudações natalícias do virtual.

música: 'Monólogo dum cidadão frustrado' JORGE PALMA
sinto-me: Bem
publicado por caminheiro1 às 00:02
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Inês de Castro

Inês de Castro nasceu em 1320 ou 1325 na Galiza, era filha ilegítima do nobre galego Pedro Fernandes de Castro, o da Guerra, e de uma dama portuguesa, Aldonça Suares de Valadares, e irmã de D. Fernando e de D. Álvaro Pires de Castro. Por parte de seu pai era bisneta ilegítima de D. Sancho de Castela, pai de D. Beatriz de Castela que era mãe de D. Pedro, futuro Rei de Portugal. Era, portanto, prima em 3º grau de D. Pedro.

Viveu parte da sua infância no castelo de Albuquerque cuja dona, que a criou como filha, era casada com Afonso Sanches, filho ilegítimo de D. Diniz, até vir a ser aia de sua prima de D. Constança Manuel, filha de João Manuel de Castela, poderoso nobre descendente da Casa Real Castelhana e que estava prometida ao príncipe de Portugal, D. Pedro.

Inês de Castro chega a Évora, integrada no séquito de D. Constança, em 1340. Desde cedo foram conhecidos os amores de D. Pedro pela dama galega. D. Afonso IV, temendo esta relação, exila-a na fronteira espanhola em 1344.

Após a morte de D. Constança volta a Portugal, tendo vivido com D. Pedro, de quem vem a ter quatro filhos, o primeiro, D. Afonso, que morreu em criança. Viveram em vários locais na zona da Lourinhã e, por fim, em Coimbra no Paço da Rainha Santa junto ao Convento de Santa Clara-a-Velha, tendo sido degolada a 7 de Janeiro de 1355 por ordem de D. Afonso IV.

Da vida de Inês de Castro pouco se sabe, a sua trágica morte e o amor sem limites de D. Pedro e a forma como este quis perpetuar esses amores, alimentou desde cedo a poesia e a narrativa histórica, não deixando morrer o mito Inês de Castro.

Para saber mais um pouco mais sobre esta Senhora, faça favor de clicar.

 

http://www.fundacaoinesdecastro.com/ines_historia.htm

 

 

Bjs e abraços.

 

 

 

sinto-me: capaz
música: Zeca Afonso
publicado por vilarinhodecotas às 00:01
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2009

O Natal na Europa XXV

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até à Roménia.

 

“Cozonac” de noz da Roménia

Ingredientes

  • 1kg de farinha
  • 300g açúcar
  • 200g de manteiga
  • 8 colheres (de sopa) de óleo
  • 50g de fermento em pó
  • ½ litro de leite
  • 1 colher (de chá) de sal
  • 8 ovos
  • Miolo de noz moído q. b.
  • Essência de rum
  • Especiarias (casca de limão ralada, açúcar baunilhado)

Modo de preparação

Preparação da massa
  1. Misturam-se 200ml de leite a ferver com 250 de g de farinha e deitam-se sobre a farinha.
  2. Mistura-se com uma colher de pau e amassa-se um pouco com a mão para não formar grumos.
  3. O fermento em pó mistura-se com uma colher (de chá) de açúcar e um pouco de leite amornado e deixa-se crescer, depois deita-se sobre a farinha.
  4. As gemas dos 8 ovos misturam-se com o açúcar e o restante leite, acrescentando-se o sal e o óleo. O óleo deita-se aos poucos, como se fosse para preparar maionese.
  5. A composição que resulta amassa-se bem com a mão para que não haja grumos, depois deita-se a manteiga derretida (amornada) e as especiarias e amassa-se por mais 15 minutos.
  6. Quando a massa se torna homogénea, tapa-se com uma toalha e deixa-se crescer. 
  7. De seguida fazem-se folhas que serão untadas com o creme de recheio.
Preparação do recheio
  1. Batem-se em castelo as claras dos 8 ovos com uma caneca de açúcar e acrescentam-se o miolo de noz moído e a essência de rum.
  2. Obtém-se um creme com o qual se untam as folhas de massa, que depois se enrolam.
  3. O “cozonac” que resulta unta-se com ovo e coloca-se num tabuleiro untado com manteiga que vai para o forno.
  4. Para verificar se o “cozonac” está pronto, espeta-se a massa com um palito, se o palito sair limpo, o “cozonac” pode ser retirado do forno.

Saudações natalícias do virtual.

sinto-me: Bem
música: 'A ilha' RUI VELOSO
publicado por caminheiro1 às 00:02
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Ilse Losa

Escritora Portuguesa de origem Alemã, nascida em Hanôver, de ascendência Judia veio para Portugal em 1934, fugindo à perseguição nazi. É conhecida principalmente pelos seus livros para crianças. E pelo seu livro sobre as memórias das perseguições aos Judeus com o título, O Mundo em que Vivi (em 1943), recebeu em 1991 o Grande Prémio de livros para crianças, atribuído pela fundação Calouste Gulbenkian.  Escreve regularmente desde 1949; sendo o seu livro Um Fidalgo de Pernas Curtas, muito conhecido, bem como contos de Eva Luna divulgou autores Portugueses na Alemanha: Trabalhou também para a televisão criando series infantis.

Faleceu a 6 de Janeiro de 2006, faz hoje 3 anos.

 

Para saber um pouco mais da historia desta Senhora faça o favor de clicar no endereço em baixo.

 

http://www.mulheres-ps20.ipp.pt/Ilse%20Losa%20.htm

 

sinto-me: Bem
música: Rui Veloso
publicado por vilarinhodecotas às 00:01
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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

O Natal na Europa XXIV

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até à Eslováquia.

 

Kapustnica (Sopa de Natal) da Eslováquia

Ingredientes

  • 2 cebolas grandes picadas
  • 1 mão cheia de cogumelos secos
  • 30g de ameixas pretas
  • 250g de chouriço
  • 2 colheres de sopa de óleo de girassol
  • 1 lata de 810 g de choucroute
  • 1 folha de louro
  • 1 colher de chá de tomilho seco
  • 1 colher de chá de pimentão doce
  • 1 colher de café de pimenta preta em pó
  • 1 colher de sopa de sal fino
  • Alho

Modo de preparação

 

  1. Colocam-se os cogumelos de molho em água a ferver.
  2. Numa panela leva-se o óleo a aquecer em lume brando e juntam-se as cebolas picadas.
  3. Deixa-se fritar até as cebolas ficarem transparentes.
  4. Junta-se a choucroute escorrida e cortada aos bocados, mexe-se com uma colher de pau e deita-se água até cobrir a choucroute.
  5. Tempera-se com sal, louro, tomilho, pimenta, pimentão doce e acrescentam-se os cogumelos.
  6. Tapa-se e deixa-se ferver até a choucroute estar cozida.
  7. Se necessário acrescenta-se água quente, mas de forma a que a mistura fique bem espessa.
  8. Quando levantar fervura, deita-se o chouriço inteiro na panela.
  9. Acrescenta-se o alho picadinho e as ameixas pretas.
  10. Mexe-se, torna-se a tapar e deixa-se cozer em lume brando.
  11. Quando o chouriço estiver cozido retira-se, corta-se às rodelas e torna-se a meter na sopa, que deve ser servida assim que estiver pronta.

 

Saudações natalícias do virtual.

sinto-me: Bem
música: 'Se eu fosse um dia o teu olhar' PEDRO ABRUNHOSA
publicado por caminheiro1 às 00:02
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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

O Braille

 

Em primeiro, quem foi Louis Braille?

 

Nasceu a 4 de Janeiro de 1809, numa pequena aldeia Francesa chamada Coupvray.

Louis Braille cegou aos três anos de idade, em consequência de um acidente que ocorreu quando brincava com apara de couro na oficina do seu pai. Aos 10 anos de idade ingressou na Escola de Cegos Valentin Hauy, onde se distinguiu pela sua inteligência tendo-se destacado na aprendizagem de órgão, tornando-se organista de profissão.

Mais tarde, assumiu a direcção da Escola que o acolheu, onde veio a leccionar.

Faleceu em 1852, vitima de doença, tendo dedicado toda a sua vida em defesa dos direitos dos Cegos, que na altura eram considerados por muitos como um peso morto para a sociedade.

 

Como surgiu o sistema da escrita em Braille?

 

O sistema de escrita em Braille surgiu a partir da combinação de seis pontos, os quais, utilizados em diferentes posições, permitiram a criação de um alfabeto com caracteres em relevo.

 

O alfabeto em Braille na sua forma mais simples é só clicar no endereço:

 

http://www.electrosertec.pt/pdf/O%20Alfabeto%20Braille.pdf

 

 

sinto-me: Capaz
música: Rita Guerra
publicado por vilarinhodecotas às 00:20
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O Natal na Europa XXIII

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até à Eslovénia.

 

Potíca da eslovénia

Ingredientes

  • 28 colheres de chá de manteiga fresca
  • 58 colheres de chá de farinha
  • 3 ou 4 colheres de chá de fermento
  • 6 colheres de sopa de leite morno
  • 3 gemas de ovo
  • 7 colheres de chá de açúcar
  • 1 chávena de natas
  • 1 pitada de sal
  • Raspa de limão
Recheio
  • 5 gemas de ovo
  • 25 colheres de chá de açúcar baunilhado
  • Raspa de limão
  • 2 colheres de sopa de natas

Modo de preparação

 

  1. Batem-se as 28 colheres de chá de manteiga fresca e misturam-se com as 58 colheres de chá de farinha.
  2. Acrescenta-se três ou quatro colheres de chá de fermento, seis colheres de sopa de leite morno, três gemas de ovo, sete colheres de chá de açúcar, uma chávena de natas, uma pitada de sal e a raspa de limão.
  3. Amassa-se e estende-se três vezes com o rolo da massa.
  4. Depois cobre-se com um pano limpo e aguarda-se três horas.
  5. Entretanto, prepara-se um creme para o recheio com 5 gemas de ovo, 25 colheres de chá de açúcar baunilhado, raspa de limão e duas colheres de sopa de natas.
  6. Barra-se a massa com o recheio.
  7. Enrola-se de modo a formar uma torta e coloca-se num tabuleiro untado com manteiga. Vai ao forno até cozer.

Saudações natalícias do virtual.

sinto-me: Bem
música: 'Cavaleiro andante' RUI VELOSO
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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

O Natal na Europa XXII

Aproveitando uma ideia que está a ser trabalhada pelos alunos do 2.º ano do Curso EFA - Assistente Administrativo, vejamos como são as tradições gastronómicas do Natal nos outros países da Europa. Ora vamos lá até ao nosso país, Portugal.

 

 

Broas de Natal de Portugal

Ingredientes

  • 250g de açúcar
  • 250g de manteiga
  • 400g de farinha
  • 5 gemas de ovos
  • 1 colher de chá de canela em pó
     

 

Modo de preparação

 

  1. Batem-se as gemas com o açúcar.
  2. Amolece-se a manteiga em banho-maria, deixa-se arrefecer e junta-se às gemas misturando bem.
  3. Incorporam-se a farinha e a canela a pouco e pouco até obter uma massa uniforme.
  4. Num tabuleiro untando de manteiga e polvilhado de farinha estendem-se bocadinhos de massa em forma de broa, deixando bastante espaço entre cada uma porque crescem.
  5. Pincelam-se com gema de ovo e vão ao forno a cozer.

Saudações natalícias do virtual.

música: 'A seita' RIO GRANDE
sinto-me: Bem
publicado por caminheiro1 às 23:23
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Mensagem para o Ano Novo

De repente, num instante fugaz,

os fogos de artifício anunciam que o ano novo está presente

e o ano velho ficou para trás!!!

 

 

 

De repente, não importa a nação, não importa a língua,

não importa a cor, não importa a origem,

porque todos são humanos e descendentes de um só pai,

os Homens lembram-se apenas de um só verbo: AMAR!!!

 

Encontramo-nos no próximo Ano!!!!

 

 

 

 

Bom Ano, para todos os meus Amigos e todos os blogistas!!!!!

 

( ;_;)

 

música: Rita Guerra
sinto-me: garrafa de champanhe
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